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sábado, 12 de dezembro de 2009

DICIONÁRIO DE PALAVRAS BURGUESAS


Dicionário das palavras burguesas :


Amor: fogo que arde sem se ver; o alfa e o ômega do mundo. Dizem que é cego por isso não vemos as tolices que fazemos em seu nome.


Banco: dizem que ladrão é quem funda um; quando faz sol nos dão um guarda-chuva, que retiram quando chove.


Champanhe: bebida deliciosa que faz cosquinha na boca lembra momentos felizes; se for francesa é mais chic.tintin!


Dinheiro: para alguns, o mal do mundo; mas, todos querem ser atingidos por esse mal; sempre é melhor chorar numa limusine do que num banco de bonde.


Ereção: depois dos 50, só ficou a saudade.


Felicidade: Sempre a pomos onde não estamos.


Guerra: o lado “dark” do homem; só serve para enriquecer os fabricantes de armas.


Hospitalidade: hóspede oferecido só é bem vindo quando se despede.


Imaginação: Sem ela, o que seria dos escritores?


Juventude: Tempo de fazer bobagens; quem não às faz, na velhice, em vez de vinho, vira vinagre. Perseguida por muitas mulheres, que, em vez de ficarem velhas, ficam loiras.


Liberdade: é um cachorro viralata; a de expressão, hoje, está cada vez mais difícil.


Mulher: tentação do homem e sua afirmação; sem ela não haveria masculinidade.


Negócios: em Brasília, sempre muito escondidinhos.


Orçamento: todos deveriam ter um, mas, parece que só funciona nos primeiros quinze dias do mês.


Políticos: são como puta; tem que estar em evidencia prá marinheiro ver.


Qualidade: se você tiver alguma, esconda; o mundo é dos incompetentes.


Romances: começama ssim e terminam assim...


Saudade: a mais doce e terna palavra portuguesa; pedaço do nosso ser que se desfaz no passado.


Tempo: produto que ninguém tem ou parece ter; estamos sempre querendo meter Aracaju dentro de Salvador.


Urna: nela depositamos nossos votos e nossos defuntos; ambos, com o tempo cheiram mal.


Vida: poucos sabem o que fazer com ela.


Xadrez: jogo de tática militar; o peão está sempre querendo comer a rainha.


Zebra: um burro de pijamas.