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segunda-feira, 4 de julho de 2011

"O FUNDADOR",NOVO ROMANCE DE AYDANO RORIZ


Os meios literários estão eufóricos com o re-lançamento da obra do escritor brasileiro radicado  em Portugal,Aydano Roriz, “O Fundador”,cujos romances históricos de importância capital para o conhecimento do nosso passado real , não podem faltar na estante dos amantes de livros.
O livro trata de uma figura bastante conhecida da nossa História, o 1º Governador Geral Tomé de Souza,que veio do Reino com o intuito de fundar a Cidade do Salvador, capital da Bahia  e  transformar essa colônia  num  bastião  que consolidasse as conquistas portuguesas.
Apesar de estudado em todos os livros de História por  toda gente , pouco se sabe sobre o homem Tomé de Souza,seus desejos,esperanças,alegrias e conquistas e bem pouco das suas desventuras e desilusões diante dos obstáculos aqui encontrados.
Eu  mesma,estudiosa de História e pesquisadora confesso que nada sabia sobre essa figura admirável a não ser o que aprendi nos livros que estudava.
Agora, o extraordinário escritor levanta  o    véu sobre o passado e nos mostra essa figura histórica de um modo como jamais encontraríamos na estória oficial; e,tudo isso, numa forma lúdica,bem humorada como aliás,são todos os seus livros.
Tomamos conhecimento de um mundo novo, diferente ,pleno de gente e costumes estranhos, alguns bastante bizarros ,mas,que nos diz respeito     pois estamos falando de nossos ancestrais  e,quem não conhece a História jamais terá condições de entender o presente.
Há muito sou apaixonada pelos livros do Aydano, esse baiano de Juazeiro que tomou a peito a empreitada difícil de nos apresentar ao nosso próprio passado.
Tenho quase todos os seus livros como os  que conta a saga das Invasões Holandesas na Bahia e Pernambuco,como “O Livro dos Hereges”, Van Dorth e  “A Guerra dos Hereges”, além  da história de Dom Sebastião, o” Desejado”, “Os Diamantes não são Eternos” e” Nova Lusitânia.”
O sério trabalho desse escritor e pesquisador  respeitado em vários países é diferente do trabalho de arrivistas  mais preocupados com vendas,lucros e prêmios; ele dedica-se, mantêm-se sempre envolvido com suas pesquisas a ponto de viver entre os muros da sua casa,entretido com seu próprio universo particular ,consciente que o verdadeiro escritor não é arroz de festa para ficar o tempo todo em exposição como fenômeno exibido em feira.
Tendo seus livros  re-editados pela respeitada Editora Europa ,com 24 anos atuando no mercado e tranquilo quanto ao futuro e perenidade da sua obra,pode o grande escritor mergulhar em novos trabalhos, pois há muito a ser contado para gáudio dos amantes de romances históricos do qual nosso país anda tão carente.
Convido todos os meus leitores a procurar esse livro nas livrarias, ou,pedir direto á Editora neste endereço:    www.livrariaeuropa.com.br/aydano
Preço: R$ 39,00
Número de páginas: 384
Tenho certeza que será uma boa compra.



SOBRE O AUTOR:


Nascido em Juazeiro, Bahia, em 1949, Aydano Roriz cresceu em Salvador, mudou-se para São Paulo e trabalha em revistas desde 1972. Em 2006, decidiu viver na Região Autônoma da Ilha da Madeira, a 1.000 quilômetros de Lisboa. Foi lá que escreveu alguns dos seus romances históricos – e continua escrevendo ou,como aqui,reescrevendo. 


Sobre a Editora Europa
Há 24 anos no mercado brasileiro, a Editora Europa é responsável pela publicação de revistas, livros e guias. Nossas publicações são dirigidas aos segmentos de jardinagem e paisagismo, fotografia, turismo, informática, tecnologia, games, qualidade de vida e entretenimento. Atualmente, a Editora Europa conta com mais de 100 funcionários e é uma empresa com capital 100% brasileiro.





sábado, 20 de fevereiro de 2010

A DURA BATALHA DO ESCRITOR!



Você,leitor,senta-se na sua poltrona confortável e abre um livro.
Você terá, com certeza ,horas divertidas ou instrução garantida,uma viagem magnífica pela mente de outra pessoa e novos conceitos surgirão dentro de si mesmo, mudando idéias pré-estabelecidas e e trazendo novas maneiras de ver as coisas.
Esse pequeno objeto chamado livro pode mudar uma sociedade;e,já fez isso muitas vezes. O livro é também o seu amigo mais fiel;o livro é o cachorro impresso.

O trabalho do leitor termina ai;começou com a idéia da compra do livro,a decisão de fazê-lo,apesar dos altos preços praticados por livreiros e editores,a ida AA livraria,o prazer da degustação e escolha,a volta prá casa e,por fim,a leitura.
Se o autor for bom,você não para de virar a página;às vezes almoça de livro na mão,só o fechando quando a leitura acaba.
Que pena que terminou!
É como se um bom amigo,de conversa lúcida e agradável,de repente,partisse.Você já começa a ficar saudoso.
A gente sabe que um escritor é bom, dizia Salinger,quando o livro acaba e ficamos com vontade de telefonar prá ele.
O que o leitor comum não sabe é a verdadeira batalha inglória que é escrever um livro,no Brasil.
O autor desconhecido – e, todos começam assim –tem que se vestir de paciência e persistência para publicar sua obra.
Primeiro,o trabalho de parir um livro – como todo parto,doloroso -!
Nós inventamos um romance,ou uma crônica a partir daquilo que conhecemos e das experiências que tivemos,então escrevemos como se estivéssemos contando a estória para nossos filhos.
Depois,insistir com editores pouco ou nada acessíveis,muito mais dispostos em investir em “best-sellers” comprados a metro,do que apostar num autor novo que ninguém conhece.
A vantagem dos livros estrangeiros é que já vêm com uma larga publicidade, marketing e merchandising juntos,”trabalhando” o livro e ,aproveitando a mídia,impor o trabalho ao leitor.
–O brasileiro não lê,dizem eles.Editoras e distribuidores são negócios,como qualquer outro;como vamos perder dinheiro?
Ai,começa a” via-crucis” do autor;nenhuma editora o quer;ele trabalha duro,confia no seu taco,adora escrever,quer repassar suas experiências,modificar preconceitos,mas,esbarra na barreira dos custos.
Se pode,paga para ser publicado.
Tudo bem,uma batalha foi vencida,mas,a guerra está longe de terminar.
Pronto o livro,tem que vendê-lo.Como?
Publicidade,mídia eletrônica ou não,custa muito caro.Muitas livrarias não querem livros consignados.
Com a internet,abriu-se uma pequena luz no fim do túnel;podemos vender e divulgar nossos livros através de e-mails,blogs,sites,Google books, etc e o leitor passará a nos conhecer.
Por isso,caro leitor não se irrite se receber um e-mail assim;delete,não compre se não lhe convém (ainda é melhor que os antigos vendedores de porta- em –porta, de quem a gente custava a se livrar),porque para muitos escritores esse é o único meio de divulgar seu trabalho.
Como escritora recebo ou compro livros de muitos colegas e fico feliz de ver a qualidade dos seus trabalhos,a dedicação às letras que eles têm e,me entristeço ao pensar:-Que pena,trabalhos como esses se perdem e muitos jamais conhecerão.
E,com um riso amargo,me lembro que Balzac escrevia folhetins em papel jornal,H,G.Wells foi tapeceiro para sobreviver,Machado teve seus livros recusados diversas vezes e Shakespeare usava o teatro para divulgá-los.
E,se um golpe de sorte não os tivesse tirado do ostracismo?
Mas,não,não,me enganei nas palavras;foi uma dose de sorte,sim,porém,a palavra certa é persistência.
Eu procuro diariamente o leitor;ele pode não me dar bola,não comentar,não comprar meus livros,mas,quero me fazer presente sem ser chata,respeitando o direito do leitor que não quer receber e-mails evitando,sobretudo,spams,mas,tentando me fazer presente e mostrar meu trabalho.Agradeço o bom retorno que tive e tenho.
Como acreditava Hemingway,quando uma pessoa tem a habilidade de escrever e o desejo de escrever,não há crítico que possa causar danos ao seu trabalho se este for bom,ou salvá-lo se for ruim.
IMG:minha luta diária,no PC
Palavra do leitor:
23/02/2010 21:35 - Euripedes Barbosa RibeiroParabens minha amiga pela lucidez e contundencia deste texto. Vocesabe como ninguem a batalha que é publicar um livro neste país. E maisainda, divulgá-lo para que chegue até o leitor. Como autor anônimo, ouquase, espelho-me na sua determinação e vou publicar o meu livro sim.E correr atrás dos leitores. Da forma que me parecer viavel. BeijosMiriam. Tenha uma boa noite.
25/02/2010 00:40 - Menduina Prazer em conhece-la poetisa, lindo seu texto infelizmente o brasileiro não tem o hábito de ler, vim convidar a me visitar me dê esta honra beijos.
07/03/2010 13:22 - Helena Frenzel,Alemanha(p/mail)
E eu fico feliz por tu teres me encontrado! Recebi um email teu, oque me trouxe até aqui. Até agora estou gostando muito do que li. Seainda vivesse no Brasil, tentaria formar um grupo de escritores emontar uma editora própria, principalmente para aqueles autores que sóquerem ser conhecidos, que não pretendem viver da venda de livros,pelo menos não como renda principal. É difícil, eu sei. Me perguntocomo cada uma dessas grandes editoras começou... É que todo mundonasce pequeno, e depois cresce, não é mesmo? Acho a internet um meiode divulgação fantástico. A começar pelo poder que o produtor de bomconteúdo detém nas mãos. Acho que coisas boas se atraemautomaticamente, o bom conteúdo ao bom leitor e por aí vai. Bom, estefoi um primeiro comentário (espontâneo). Volto pra te ler mais. Gratapelo contato e pelo texto sobre o Dia Internacional da Mulher.Parabéns a ti também! Um abraço fraterno :-)

A DURA BATALHA DO ESCRITOR!

Você,leitor,senta-se na sua poltrona confortável e abre um livro.
Você terá, com certeza ,horas divertidas ou instrução garantida,uma viagem magnífica pela mente de outra pessoa e novos conceitos surgirão dentro de si mesmo, mudando idéias pré-estabelecidas e e trazendo novas maneiras de ver as coisas.
Esse pequeno objeto chamado livro pode mudar uma sociedade;e,já fez isso muitas vezes. O livro é também o seu amigo mais fiel;o livro é o cachorro impresso.

O trabalho do leitor termina ai;começou com a idéia da compra do livro,a decisão de fazê-lo,apesar dos altos preços praticados por livreiros e editores,a ida AA livraria,o prazer da degustação e escolha,a volta prá casa e,por fim,a leitura.
Se o autor for bom,você não para de virar a página;às vezes almoça de livro na mão,só o fechando quando a leitura acaba.
Que pena que terminou!
É como se um bom amigo,de conversa lúcida e agradável,de repente,partisse.Você já começa a ficar saudoso.
A gente sabe que um escritor é bom, dizia Salinger,quando o livro acaba e ficamos com vontade de telefonar prá ele.
O que o leitor comum não sabe é a verdadeira batalha inglória que é escrever um livro,no Brasil.
O autor desconhecido – e, todos começam assim –tem que se vestir de paciência e persistência para publicar sua obra.
Primeiro,o trabalho de parir um livro – como todo parto,doloroso -!
Nós inventamos um romance,ou uma crônica a partir daquilo que conhecemos e das experiências que tivemos,então escrevemos como se estivéssemos contando a estória para nossos filhos.
Depois,insistir com editores pouco ou nada acessíveis,muito mais dispostos em investir em “best-sellers” comprados a metro,do que apostar num autor novo que ninguém conhece.
A vantagem dos livros estrangeiros é que já vêm com uma larga publicidade, marketing e merchandising juntos,”trabalhando” o livro e ,aproveitando a mídia,impor o trabalho ao leitor.
–O brasileiro não lê,dizem eles.Editoras e distribuidores são negócios,como qualquer outro;como vamos perder dinheiro?
Ai,começa a” via-crucis” do autor;nenhuma editora o quer;ele trabalha duro,confia no seu taco,adora escrever,quer repassar suas experiências,modificar preconceitos,mas,esbarra na barreira dos custos.
Se pode,paga para ser publicado.
Tudo bem,uma batalha foi vencida,mas,a guerra está longe de terminar.
Pronto o livro,tem que vendê-lo.Como?
Publicidade,mídia eletrônica ou não,custa muito caro.Muitas livrarias não querem livros consignados.
Com a internet,abriu-se uma pequena luz no fim do túnel;podemos vender e divulgar nossos livros através de e-mails,blogs,sites,Google books, etc e o leitor passará a nos conhecer.
Por isso,caro leitor não se irrite se receber um e-mail assim;delete,não compre se não lhe convém (ainda é melhor que os antigos vendedores de porta- em –porta, de quem a gente custava a se livrar),porque para muitos escritores esse é o único meio de divulgar seu trabalho.
Como escritora recebo ou compro livros de muitos colegas e fico feliz de ver a qualidade dos seus trabalhos,a dedicação às letras que eles têm e,me entristeço ao pensar:-Que pena,trabalhos como esses se perdem e muitos jamais conhecerão.
E,com um riso amargo,me lembro que Balzac escrevia folhetins em papel jornal,H,G.Wells foi tapeceiro para sobreviver,Machado teve seus livros recusados diversas vezes e Shakespeare usava o teatro para divulgá-los.
E,se um golpe de sorte não os tivesse tirado do ostracismo?
Mas,não,não,me enganei nas palavras;foi uma dose de sorte,sim,porém,a palavra certa é persistência.
Eu procuro diariamente o leitor;ele pode não me dar bola,não comentar,não comprar meus livros,mas,quero me fazer presente sem ser chata,respeitando o direito do leitor que não quer receber e-mails evitando,sobretudo,spams,mas,tentando me fazer presente e mostrar meu trabalho.Agradeço o bom retorno que tive e tenho.
Como acreditava Hemingway,quando uma pessoa tem a habilidade de escrever e o desejo de escrever,não há crítico que possa causar danos ao seu trabalho se este for bom,ou salvá-lo se for ruim.


COM A PALAVRA O LEITOR:

26/02/2010 19:00 - Tércio Ricardo Kneip,escritor
Fantástico. Sempre digo na minha livraria de livros usados que "olivro é o melhor amigo do homem, mas o cachorro levou a fama" e avariante nesse texto é excelente. Aquele abraço extensivo ao povo daBahia.