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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

CAIA NA (NO) REAL


CAIA NA (NO) REAL!
“O dinheiro compra o cão,o canil e o abanar do rabo.”
Millôr Fernandes
Passado o Carnaval,folia,esquecimento dos problemas,o pais volta a funcionar.
Descobrimos que os problemas não sumiram,estavam apenas ocultos sob as fantasias e,passado o “óblivion”,voltaram,talvez com mais força,a assustar a população.
Saúde e dinheiro,sempre constituem nossos maiores problemas.
A falta da saúde financeira,além de outros transtornos,causa muitas vezes a falta da saúde física,ou agravam os problemas existentes,trazendo o desânimo,a intranqüilidade,a frustração,o stress.
Pois, remar contra a maré é dose,meu amigo e,aquela sensação de que cada vez sobra mais mês no fim do nosso dinheiro é de arrepiar!
Ano passado, escrevi uma série de artigos sobre como se conduzir com o dinheiro,contando apenas minhas experiências nesse campo tão árido,principalmente porque já passei um longo tempo de vacas magras e sei o quanto isso nos custa,num pais capitalista em que as pessoas valem pelo que têm,nunca pelo que são.
Sempre,desde adolescente,fiz um orçamento e planejamento de gastos;aprendi com meu pai,homem sábio e contido,que gostava de coisas boas como todo mundo,mas,sabia o que e quando comprar.
Penso que Economia deveria ser uma matéria estudada nas escolas desde cedo.Os brasileiros não sabem poupar e muito menos controlar gastos.
O crediário fácil, descontrolado,os juros na estratosfera debilitam a vida econômica de qualquer um.
A madame quer uma geladeira,desejo justíssimo,mas,ao escolher o produto só pensa nas parcelas a pagar,sem,sequer imaginar que os juros embutidos fazem com que pague às vezes,três geladeiras em vez de uma.
E o mercado feito com cheque ou cartão?
Dividido em – digamos – três vezes, no mês seguinte é necessário repetir a compra, e outra e outra e depois?Como controlar a bola de neve que foi gerada com esses gastos?
O brasileiro é caloteiro pela própria natureza?
Duvido!
Mas, é desinformado!
Faltam políticas públicas que orientem o povo e o livre das armadilhas do consumo.
Por causa disso, vejo com bons olhos a Campanha da Fraternidade desse ano,ecumênica e voltada para a Economia.
Antes,a política da Igreja era :”O dinheiro não é tudo!”
Assim,mantinha o povo passivo,esperando o Céu,enquanto os donos do capital lavavam a égua.
Certo,o dinheiro não nos livra de envelhecer,ou de ficar doente,ou de perder alguém que se ama;mas,com a falta do dinheiro necessário,tudo isso seria pior.
Talvez os brasileiros possam separar o que é de Cesar e o que é de Deus.
Lembrem-se: Deus é brasileiro,mas,o diabo é capitalista!E o capital não tem pàtria;por isso,tantos dos nossos políticos vendem a sua por menos de trinta dinheiros.
O que vc achou deste artigo?Ajudou?
IMG:Busca Google
Palavra dos leitores:
Realmente. Vem em muito boa hora a Campanha da Fraternidade, agora eucumênica, com o tema da economia. Que através dela, os nossos mandantes possam refletir sobre a ganancia que nos assola. É inconcebível que o nosso dinheiro seja tão mal remunerado: cerca de 0,5% ao mês, enquanto os bancos e financeiras cobram mais de 350% de juros ao ano. Um artigo pertinente e esclarecedor. Meus parabéns. Beijos Miriam. Uma boa tarde.
Em 18 de fevereiro de 2010 09:49, Eurípedes Barbosa Ribeiro escreveu.
José Claudio para mim mostrar detalhes 18 fev (2 dias atrás)
E você ainda pergunta se ajudou? Vou é divulgá-lo. É muito didático , pedagógico e nada econômico em lições de parcimônia financeira. Obrigado, querida! Abração. Paz e bem.
Uma frase (excerto de um poema) de Victor Hugo:
"Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,Porque é preciso ser prático.E que pelo menos uma vez por anoColoque um pouco deleNa sua frente e diga "Isso é meu",Só para que fique bem claro quem éo dono de quem."

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

QUEM AVISA,AMIGO É...



Os cidadãos abaixo relacionados são considerados os pilares de suas nações,os motores que movem o mundo,os mais bem sucedidos do planeta.
Descobriram o segredo de fazer dinheiro,muuuito dinheiro,têm o chamado “toque de Midas”.
Ei-los:
$Charles Schwab:presidente da maior companhia siderúrgica do mundo;morreu na miséria.
$Richard Whitney:presidente da maior companhia de gás;preso,só foi libertado às portas da morte.
$Howard Hopsor:presidente da Bolsa de New York;morreu num hospital psiquiátrico.
$Arthur Cooton:o maior especulador de trigo;morreu no estrangeiro,insolvente.
$Casaro Rivermore:chamado o” Grande Urso” de Wall Street;suicidou-se.
$Ivan Bulger:cabeça de um enorme império mundial;suicidou-se.
$Os principais banqueiros brasileiros ainda estão vivos;mas,um dia chegam lá.
O que você
está fazendo ai,cara – pálida,sentado nesse escritório,fazendo contas,que não vai para a Avenida pular,cantar,relaxar,beijar,tomar todas,soltar as frangas?
Pois é,quem não ouve conselho,ouve:coitado!!!

sábado, 12 de dezembro de 2009

DICIONÁRIO DE PALAVRAS BURGUESAS


Dicionário das palavras burguesas :


Amor: fogo que arde sem se ver; o alfa e o ômega do mundo. Dizem que é cego por isso não vemos as tolices que fazemos em seu nome.


Banco: dizem que ladrão é quem funda um; quando faz sol nos dão um guarda-chuva, que retiram quando chove.


Champanhe: bebida deliciosa que faz cosquinha na boca lembra momentos felizes; se for francesa é mais chic.tintin!


Dinheiro: para alguns, o mal do mundo; mas, todos querem ser atingidos por esse mal; sempre é melhor chorar numa limusine do que num banco de bonde.


Ereção: depois dos 50, só ficou a saudade.


Felicidade: Sempre a pomos onde não estamos.


Guerra: o lado “dark” do homem; só serve para enriquecer os fabricantes de armas.


Hospitalidade: hóspede oferecido só é bem vindo quando se despede.


Imaginação: Sem ela, o que seria dos escritores?


Juventude: Tempo de fazer bobagens; quem não às faz, na velhice, em vez de vinho, vira vinagre. Perseguida por muitas mulheres, que, em vez de ficarem velhas, ficam loiras.


Liberdade: é um cachorro viralata; a de expressão, hoje, está cada vez mais difícil.


Mulher: tentação do homem e sua afirmação; sem ela não haveria masculinidade.


Negócios: em Brasília, sempre muito escondidinhos.


Orçamento: todos deveriam ter um, mas, parece que só funciona nos primeiros quinze dias do mês.


Políticos: são como puta; tem que estar em evidencia prá marinheiro ver.


Qualidade: se você tiver alguma, esconda; o mundo é dos incompetentes.


Romances: começama ssim e terminam assim...


Saudade: a mais doce e terna palavra portuguesa; pedaço do nosso ser que se desfaz no passado.


Tempo: produto que ninguém tem ou parece ter; estamos sempre querendo meter Aracaju dentro de Salvador.


Urna: nela depositamos nossos votos e nossos defuntos; ambos, com o tempo cheiram mal.


Vida: poucos sabem o que fazer com ela.


Xadrez: jogo de tática militar; o peão está sempre querendo comer a rainha.


Zebra: um burro de pijamas.